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Principe di Udine
Quando o século XIX chegou ao fim quase todas as nações da Europa Ocidental já estavam produzindo ferro e aço em abundância. Mas os triunfos da Revolução Industrial impuseram novas complexidades que os países de economia agrícola levariam tempo a superar. Nações como Portugal, Espanha e Itália, por exemplo, comprovam essa tese na proporção dos seus contingentes de imigrantes deslocando-se rumo a novas terras onde a escassez de mão-de-obra não especializada era intensa. Entretanto, o histórico fenômeno que desenhou a geografia humana e a sociedade no Novo Mundo teve igualmente um alto preço que somente a inversão de capitais do Estado poderiam assegurar.
Nos primeiros cinco anos do século XX o governo italiano tinha a seu encargo várias questões relativas à navegação de longo-curso. Acionista majoritário de grandes empresas de navegação que atuavam nas rotas de passageiros, ressentia ele de ver Gênova, seu maior porto testemunhar grandes contingentes dos seus compatriotas imigrarem à América do Norte em navios alemães da Hapag e do Norddeutscher Lloyd levando com eles um enorme fluxo de fretes marítimos e passagens deixando as empresas nacionais em desvantagem. Outro sério problema do setor marítimo era com relação aos bens energéticos. A Itália clamava pela falta de carvão mineral. Tinha que importar a commodity da Grã-Bretanha a preço exorbitante, com grande escoamento de reservas cambiais de que dispunha nos bancos de Londres.
Por volta do ano de 1906 entrou em vigor a Lei Bettolo. Deu-se inversão de capital nos estaleiros navais da península e na marinha mercante tendo em vista que esses ramos já se mostravam fontes mais seguras de renda pela importância da navegação de longo-curso, principalmente nas rotas da imigração. Assim considerados esses fatores e a concorrência das linhas estatais, foi fundada em Turim a 21 de junho daquele ano uma nova empresa de navegação do setor privado que levou o nome Lloyd Sabaudo com lastro nos bancos londrinos. A sede operacional foi constituída em Gênova onde também tinham sede os seus seguros dirigidos pela Casa Real dos Savóia.
As primeiras encomendas foram feitas junto a estaleiros britânicos. Propostas haviam sido formuladas pelos estaleiros nacionais que já contavam com matéria prima vinda da província de Venezia-Giulia da primeira siderúrgica em território declaradamente italiano, porém sob os auspícios do governo imperial austro-húngaro que então tinha aquela área sob histórica ocupação. Os primeiros quatro navios foram produzidos sob normais pragmáticas e supervisão de brokers sediados em Londres. Os dois primeiros foram designados a cumprir a rota de imigrantes aos EUA. Entretanto, durante o ano de 1907 uma profunda crise financeira se abate sobre os EUA agravando seriamente a vida do país que já sofria de mazelas tais como superpopulação nas grandes metrópoles, desemprego e altos índices de criminalidade. O governo norte-americano mandou sustar a massa de imigrantes europeus com isso a imigração italiana sofre um grande impacto negativo. Nessa ocasião já se encontravam em construção dois outros navios também na Grã-Bretanha, cada um de 8 mil toneladas de arqueação destinados à linha do Brasil e repúblicas platinas. Com a retração no movimento de imigrantes aos EUA deu-se uma queda no ritmo das obras no estaleiro.
O quinto vapor do programa inicial de construção da frota se chamou Príncipe di Udine e foi finalmente lançado às águas do rio Clyde a 19 de Dezembro de 1907 pelo estaleiro Barclay, Curle & Co. em Glasgow, Escócia. Suas dimensões principais de registro eram 140,80 metros de comprimento por 16,82 metros de boca (largura), a arqueação bruta era de 7.785 toneladas. O navio era movido a duas máquinas a vapor de 4 cilindros alimentadas a carvão da força de 8.600 cavalos, que lhe davam a velocidade de 16 nós. Suas acomodações para passageiros estavam subdivididas em três categorias: 150 pessoas em 1ª classe, 150 em 2ª classe e 1200 pessoas em 3ª classe. O navio efetuou sua primeira viagem com destino aos portos brasileiros e platinos no dia 31 de março de 1908. Nessa época as plantações de café no interior paulista e os trigais na Argentina atraiam mão-de-obra imigrante, os italianos se empregavam nessas atividades.
Após a formação do Lloyd Sabaudo as linhas concorrentes N.G.I e Lloyd Italiano promoveram reunião em Paris entre os dias 5 e 8 de fevereiro de 1908 entre os participantes da chamada Mediterranean Conference, órgão particular porém de caráter oficial que regulamentava a atuação dos armadores nacionais. Discutiu-se a questão do trabalhador marítimo dos portos meridionais do mar Tirreno e da Sicilia. Os armadores concorrentes entraram em defesa dos interesses marítimos nacionais, situação que lhes garantiu uma maior participação nos tráfegos marítimos mediterrâneos. Entretanto, quando ambas linhas concorrentes anunciaram que retirariam suas participações, deixaram as regiões meridionais privadas de trabalho marítimo e conexão com o exterior, os interesses do Lloyd Sabaudo foram banidos. Os trabalhadores marítimos napolitanos e sicilianos se pronunciaram sobre a questão alegando que seus empregos provinham de um armador sediado em Gênova por isso, o Lloyd Sabaudo incluiu os respectivos portos no itinerário das viagens à América do Norte. No dia 19 de maio de 1908 o Tomaso di Savoia partiu de Gênova com destino à foz do rio Hudson fazendo escala intermediária no porto de Nápoles antes de cruzar o Atlântico.
No ano de 1911 a Itália lança-se em guerra contra o Império Otomano por disputas territoriais no norte da África. Nessas ocasiões o governo italiano requisitava tonelagem aos armadores nos quais havia invertido capital, podendo então deles obter prontamente navios de passageiros para o transporte de tropas e feridos. Nessa ocasião os navios Rè D’talia e Regina D’Italia são requisitados para operações ao norte da África, enquanto os dois navios Príncipe di Udine e seu irmão Tomaso di Savoia foram mantidos nas linhas de imigrantes alternando partidas de Gênova com destino à América do Norte e do Sul. Sobre a requisição de navios do Lloyd Sabaudo pelo Estado Italiano, verificou-se situação análoga durante a Primeira Grande Guerra Mundial quando ambos navios se mantém no tráfego de civis enquanto os demais vão transportar tropas e refugiados italianos habitantes de áreas de beligerância. O Príncipe di Udine fez 3 viagens aos portos norte-americanos, seu irmão Tomaso di Savoia efetuou 6 viagens aos EUA. As demais viagens de ambos se registram na linha ao Brasil e Rio da Prata transportando civis. Após o fim do grande conflito mundial em 1918 o Príncipe di Udine fica em via definitiva na linha ao Brasil, escalando os portos de Rio de Janeiro e Santos.
O mundo saído da Primeira Guerra Mundial havia se tornado pobre. Nunca antes se havia despendido tanto dinheiro em armamentos. A tremenda conflagração havia subvertido tão duramente a ordem econômica que nações como Inglaterra e França haviam sido abaladas nos próprios alicerces. No campo da ciência e tecnologia, optou-se pelo motor marítimo de combustão interna equipado de caldeira a óleo – mais econômico que o carvão mineral britânico. Como agravante, os mineiros da Grã-Bretanha entram num longo período de reivindicações salariais e de melhores condições de vida, dando-se uma alta nos preços dessa commodity e longas demoras nas exportações. As nações marítimas entram num programa de modernização das suas frotas mercantes convertendo seus navios para a queima de combustível líquido. O Lloyd Sabaudo estava finalizando o segundo grande programa de modernização da frota, o Príncipe di Udine e seu irmão já se consideravam anti-econômicos, ao fim da década de 20 ambos são vendidos para corte, o Tomaso em 1928 e o Principe no ano seguinte.
29/03/2009 Publicada por José Carlos Silvares
Quando o século XIX chegou ao fim quase todas as nações da Europa Ocidental já estavam produzindo ferro e aço em abundância. Mas os triunfos da Revolução Industrial impuseram novas complexidades que os países de economia agrícola levariam tempo a superar. Nações como Portugal, Espanha e Itália, por exemplo, comprovam essa tese na proporção dos seus contingentes de imigrantes deslocando-se rumo a novas terras onde a escassez de mão-de-obra não especializada era intensa. Entretanto, o histórico fenômeno que desenhou a geografia humana e a sociedade no Novo Mundo teve igualmente um alto preço que somente a inversão de capitais do Estado poderiam assegurar.
Nos primeiros cinco anos do século XX o governo italiano tinha a seu encargo várias questões relativas à navegação de longo-curso. Acionista majoritário de grandes empresas de navegação que atuavam nas rotas de passageiros, ressentia ele de ver Gênova, seu maior porto testemunhar grandes contingentes dos seus compatriotas imigrarem à América do Norte em navios alemães da Hapag e do Norddeutscher Lloyd levando com eles um enorme fluxo de fretes marítimos e passagens deixando as empresas nacionais em desvantagem. Outro sério problema do setor marítimo era com relação aos bens energéticos. A Itália clamava pela falta de carvão mineral. Tinha que importar a commodity da Grã-Bretanha a preço exorbitante, com grande escoamento de reservas cambiais de que dispunha nos bancos de Londres.
Por volta do ano de 1906 entrou em vigor a Lei Bettolo. Deu-se inversão de capital nos estaleiros navais da península e na marinha mercante tendo em vista que esses ramos já se mostravam fontes mais seguras de renda pela importância da navegação de longo-curso, principalmente nas rotas da imigração. Assim considerados esses fatores e a concorrência das linhas estatais, foi fundada em Turim a 21 de junho daquele ano uma nova empresa de navegação do setor privado que levou o nome Lloyd Sabaudo com lastro nos bancos londrinos. A sede operacional foi constituída em Gênova onde também tinham sede os seus seguros dirigidos pela Casa Real dos Savóia.
As primeiras encomendas foram feitas junto a estaleiros britânicos. Propostas haviam sido formuladas pelos estaleiros nacionais que já contavam com matéria prima vinda da província de Venezia-Giulia da primeira siderúrgica em território declaradamente italiano, porém sob os auspícios do governo imperial austro-húngaro que então tinha aquela área sob histórica ocupação. Os primeiros quatro navios foram produzidos sob normais pragmáticas e supervisão de brokers sediados em Londres. Os dois primeiros foram designados a cumprir a rota de imigrantes aos EUA. Entretanto, durante o ano de 1907 uma profunda crise financeira se abate sobre os EUA agravando seriamente a vida do país que já sofria de mazelas tais como superpopulação nas grandes metrópoles, desemprego e altos índices de criminalidade. O governo norte-americano mandou sustar a massa de imigrantes europeus com isso a imigração italiana sofre um grande impacto negativo. Nessa ocasião já se encontravam em construção dois outros navios também na Grã-Bretanha, cada um de 8 mil toneladas de arqueação destinados à linha do Brasil e repúblicas platinas. Com a retração no movimento de imigrantes aos EUA deu-se uma queda no ritmo das obras no estaleiro.
O quinto vapor do programa inicial de construção da frota se chamou Príncipe di Udine e foi finalmente lançado às águas do rio Clyde a 19 de Dezembro de 1907 pelo estaleiro Barclay, Curle & Co. em Glasgow, Escócia. Suas dimensões principais de registro eram 140,80 metros de comprimento por 16,82 metros de boca (largura), a arqueação bruta era de 7.785 toneladas. O navio era movido a duas máquinas a vapor de 4 cilindros alimentadas a carvão da força de 8.600 cavalos, que lhe davam a velocidade de 16 nós. Suas acomodações para passageiros estavam subdivididas em três categorias: 150 pessoas em 1ª classe, 150 em 2ª classe e 1200 pessoas em 3ª classe. O navio efetuou sua primeira viagem com destino aos portos brasileiros e platinos no dia 31 de março de 1908. Nessa época as plantações de café no interior paulista e os trigais na Argentina atraiam mão-de-obra imigrante, os italianos se empregavam nessas atividades.
Após a formação do Lloyd Sabaudo as linhas concorrentes N.G.I e Lloyd Italiano promoveram reunião em Paris entre os dias 5 e 8 de fevereiro de 1908 entre os participantes da chamada Mediterranean Conference, órgão particular porém de caráter oficial que regulamentava a atuação dos armadores nacionais. Discutiu-se a questão do trabalhador marítimo dos portos meridionais do mar Tirreno e da Sicilia. Os armadores concorrentes entraram em defesa dos interesses marítimos nacionais, situação que lhes garantiu uma maior participação nos tráfegos marítimos mediterrâneos. Entretanto, quando ambas linhas concorrentes anunciaram que retirariam suas participações, deixaram as regiões meridionais privadas de trabalho marítimo e conexão com o exterior, os interesses do Lloyd Sabaudo foram banidos. Os trabalhadores marítimos napolitanos e sicilianos se pronunciaram sobre a questão alegando que seus empregos provinham de um armador sediado em Gênova por isso, o Lloyd Sabaudo incluiu os respectivos portos no itinerário das viagens à América do Norte. No dia 19 de maio de 1908 o Tomaso di Savoia partiu de Gênova com destino à foz do rio Hudson fazendo escala intermediária no porto de Nápoles antes de cruzar o Atlântico.
No ano de 1911 a Itália lança-se em guerra contra o Império Otomano por disputas territoriais no norte da África. Nessas ocasiões o governo italiano requisitava tonelagem aos armadores nos quais havia invertido capital, podendo então deles obter prontamente navios de passageiros para o transporte de tropas e feridos. Nessa ocasião os navios Rè D’talia e Regina D’Italia são requisitados para operações ao norte da África, enquanto os dois navios Príncipe di Udine e seu irmão Tomaso di Savoia foram mantidos nas linhas de imigrantes alternando partidas de Gênova com destino à América do Norte e do Sul. Sobre a requisição de navios do Lloyd Sabaudo pelo Estado Italiano, verificou-se situação análoga durante a Primeira Grande Guerra Mundial quando ambos navios se mantém no tráfego de civis enquanto os demais vão transportar tropas e refugiados italianos habitantes de áreas de beligerância. O Príncipe di Udine fez 3 viagens aos portos norte-americanos, seu irmão Tomaso di Savoia efetuou 6 viagens aos EUA. As demais viagens de ambos se registram na linha ao Brasil e Rio da Prata transportando civis. Após o fim do grande conflito mundial em 1918 o Príncipe di Udine fica em via definitiva na linha ao Brasil, escalando os portos de Rio de Janeiro e Santos.
O mundo saído da Primeira Guerra Mundial havia se tornado pobre. Nunca antes se havia despendido tanto dinheiro em armamentos. A tremenda conflagração havia subvertido tão duramente a ordem econômica que nações como Inglaterra e França haviam sido abaladas nos próprios alicerces. No campo da ciência e tecnologia, optou-se pelo motor marítimo de combustão interna equipado de caldeira a óleo – mais econômico que o carvão mineral britânico. Como agravante, os mineiros da Grã-Bretanha entram num longo período de reivindicações salariais e de melhores condições de vida, dando-se uma alta nos preços dessa commodity e longas demoras nas exportações. As nações marítimas entram num programa de modernização das suas frotas mercantes convertendo seus navios para a queima de combustível líquido. O Lloyd Sabaudo estava finalizando o segundo grande programa de modernização da frota, o Príncipe di Udine e seu irmão já se consideravam anti-econômicos, ao fim da década de 20 ambos são vendidos para corte, o Tomaso em 1928 e o Principe no ano seguinte.
29/03/2009 Publicada por José Carlos Silvares
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Ola Gostaria de obter uma imagem do navio Adria 1891.
Tha
07/02/2010 22:12
thais
thaisbjunqueira@yahoo.com.br
Parana
Olá José Carlos Feliz ano novo! Entrei em contato com você ano passado quando você me enviou alguns informes do Navio austríaco Sofia Hohenberg e cá estou querendo mais alguma ajuda sua e espero que não se importe. Você com as suas pesquisas teria alguma idéia de quanto tempo um vapor do tipo do Sofia gastava da espanha para o Brasil naquela época? Algo aproximadoa pois eu não sei nem quanto tempo leva um navio dos dias de hoje (risos). Garimpando coisas para minha pesquisa encontrei uma edição digitalizada de um jornal espanhol de Almeria (porto onde meus avos embarcaram)em abril de 1910 onde consta a chegada e a partida deste navio rumo à Las Palmas Trieste, isto em 15 de abril de 1910. Isto é bem próx à chegada ao Brasil em 28 de maio de 1910 deste mesmo navio trazendo meus avós . Isto me deu um estalo, vc me contou que em 1910 este navio deixou de transp passageiros e passou a transp carne da Argentina. Será que você não teria obtido alguma informação a mais sobre ele ?Clo
05/01/2010 12:09
Clotildes
clotilde@pbh.gov.br
Belo Horizonte/MG
Oi Amigo:Estou passeando pelos seus blogs, Tons do mato e este dos navios.Muito interessante e sem dúvida um trabalho social, visto que será útil para várias pessoas reencontrarem seus parentes, suas árvores genealógicas, etc...Parabéns pela iniciativa e desejo-lhe muita sorte nesta empreeitada.
18/11/2009 16:24
Ibrahim Maua Junior
ibrahimmaua@uol.com.br
Santos / São Paulo.
Olá José Carlos! Muito lindo este seu fotoblog. É uma linda viagem no tempo e gostaria de parabenizá-lo por isso. Estive procurando por um navio, no qual meu avô saiu do Porto de Gênova- Itália, no dia 25/08/1897. Segundo o Museu do Imigrante, aqui em S.Paulo, o qual me forneceu um registro documento, o navio era o Vapor Minas, porém não o encontrei em meio as suas fotos. Será que este mesmo navio tinha umoutro nome? Bem, não sei, mas com o seu conhecimento sobre navios, eu seria muito grato se você pudesse me ajudar a elusidar afinal essa minha dúvida. Tenho muitas informações que reuni, mas essa ainda me falta. Queria tanto uma foto desse navio!(risos) Bem, independente de qual seja as minhas chances, lhe agradeço antecipadamente. Um grande abraço. Ney
08/10/2009 23:20
Ney Oliveira
cneyol@yahoo.com.br
São Paulo-SP
Olá José Carlos! Muito lindo este seu fotoblog. É uma linda viagem no tempo e gostaria de parabenizá-lo por isso. Estive procurando por um navio, no qual meu avô saiu do Porto de Gênova- Itália, no dia 25/08/1897. Segundo o Museu do Imigrante, aqui em S.Paulo, o qual me forneceu um registro documento, o navio era o Vapor Minas, porém não o encontrei em meio as suas fotos. Será que este mesmo navio tinha umoutro nome? Bem, não sei, mas com o seu conhecimento sobre navios, eu seria muito grato se você pudesse me ajudar a elusidar afinal essa minha dúvida. Tenho muitas informações que reuni, mas essa ainda me falta. Queria tanto uma foto desse navio!(risos) Bem, independente de qual seja as minhas chances, lhe agradeço antecipadamente. Um grande abraço. Ney
08/10/2009 23:18
Ney Oliveira
cneyol@yahoo.com.br
São Paulo-SP
Como estou em busca das origens de minha familia portuguesa, gostaria de saber se pode me ajudar a achar registro do meu bisavo Joaquim Fernandes Paranhos, que teria desembarcado com a familia no Rio de Janeiro em 27/9/1897. Tudo o que sei eh que o navio chamava-se "La Plata". Ficaria grato se conseguisse uma foto do navio. Muito obrigado. Cairo P Rocha
27/09/2009 13:40
Cairo Paranhos Rocha
cairoprocha@hotmail.com
Brasilia, DF
Gostaria muito de ter a foto do navio Assiduità. Vc tem????? Por favor pode me enviar....
23/09/2009 16:43
cristina
cristina_ciencias@hotmail.com
Indaiatuba/sp
Olá, Silvares. Parabéns, acabei de assisitr a reportagem... Estou buscando as origens da minha Família... e gostaria de saber se o Sr. teria como nos ajudar a descobrir o navio que meu avô chegou aqui em Santos. Pelo que sei ele veio pra cá em 1919 vindo da Espanha... uma parte da Família desembarcaram na Bahia... e a outra parte aqui em Santos... minha Família é Amado Gonzalez... Consegui uma foto de um navio que levou meu bisavô Manuel de volta pra Espanha... se o Sr. quiser posso enviar a foto scaneada. Aguardo retorno. Obrigada Marta Gonzalez
23/08/2009 11:35
Marta Gonzalez
martinha_feliz@hotmail.com
Santos/SP
Oi, gostaria de saber se você possui informações e/ou fotos do navio Regina aportado em Santos em 22/11/1888. Grazie mille!!!
16/08/2009 20:54
Nathalia Giani
nathalia.giani@hotmail.com
São Paulo/SP
Olá muito bom o seu blog eu gostaria de saber se ouve outro naufragio da empresa pinillos pois sou mergulhador e achei um navio com um prato da pinillos pode ser um navio perdido!!!
10/07/2009 21:15
maik
maik_rudy@hotmail.com
bahia
Meu caro... Minha avò veio da Itália com 5 anos. Acredito que por volta de 1927. Chamava-se Santa Dal Lago Cavedon. Seus pais eram Lina ou Alina, Dal Lago Cavedon Angelo Dal Lago Cavedon... Eles vieram da Província de Vicenza, para Teixeira Soares, no Paraná, para uma festa de casamento. Acho que desembarcaram em Paranaguá. Seria possível??? OU seria Santos? Nao temos documentos. Foram extraviados... Eles resolveram ficar. Gostaram da cidade e etc... Meu avô era mecânico. Minha bizavo morreu prococemente aqui. Depois minha avô casou-se. Eles perderam contato com a famíia na Itália... Tambem procuro acertar a árvore genealógica da família. Se tiver alguma informaçãão. Gostaria que me incluisse na lista de procura-se do seu site... Gostaria de descobrir o navio que chegaram... Aliás, parabéns pela iniciativa... Um abraço José NAscimento nascimento_100@yahoo.com.br
06/07/2009 01:53
José Antonio Ribeiro Nascimento
nascimento_100@yahoo.com.br
paraná
Silvares, se possível, poderia me enviar os nomes dos navios que chegaram ao Brasil em 1912, possivelmente com imigrantes vindos da Alemanha? Meu avô Otto Weiss veio em um destes navios - mas não sei o porto de embarque. Em pesquisas no AN não puderam me dar informações, pois só tenho o ano de desembarque. Também gostaria de uma foto do vapor Amstelland que chegou de Amsterdam ao porto do RJ em 02/07/1908; nele veio minha avó Martha Hilda Kirschner (estes dados consegui no AN, inclusive lista parcial de passageiros do Amstelland) . Obrigada Lucileni Weiss Stadler
24/05/2009 11:00
Lucileni Stadler
l.stadler@uol.com.br
Ponta Grossa / Pr
oi , gostaria de saber se pode me ajudar a achar registro do meu Bisavo Francesco Stivanello filho de Gaetano Stivanello e Maria Dentona desembarcaram no navio Ray no Rio de Janeiro em 25/3/1890. obrigada
11/05/2009 17:15
silvana
silvanabrandao@yahoo.com.br
londrina\ parana
Silvares. Parabéns. A julgar pelas aparências do cenário ao fundo, me parece uma foto dele em provas de mar no Rio Clyde. Bela imagem. Nelson
08/04/2009 00:39
Nelson Antonio Carrera
rotanaval@hotmail.com
Santos-SP
Gostaria de enviar uma foto do navio em que minha nona chegou da Itála em 1912, o "INDIANA", que achei num site(?). Qual o seu email?
31/03/2009 04:05
Denise Andreoli
deniseandreoli@yahoo.com.br
Santo André/SP
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