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Florida
O navio Florida aparece neste cartão-postal oficial da armadora francesa Société Générale de Transports Maritimes (SGTM), com seu desenho original de quando foi construído pelo Ateliers & Chantiers de La Loire, de Saint Nazaire, em 1926. Fazia a linha entre Marselha e portos sul-americanos. Em 1931 colidiu com o porta-aviões britânico Glorious, perto do Estreito de Gibraltar, devido a um nevoeiro repentino. Foi rebocado para Málaga por dois destróieres britânicos e depois retornou a Marselha, onde sofreu reparos. Durante a II Guerra Mundial, em 1942, foi bombardeado e afundado por um avião Axis, em Bone, na Indonésia. Em 1944 foi reflutuado e recondicionado em Toulon. Em 1948 passou por ampla reforma, reduzindo de duas para uma chaminé e remodelando suas acomodações internas. Em 1951 foi vendido para a companhia Chargeurs Reunis, mantendo o nome. Nele, como muitos imigrantes do pós-guerra, veio de Gênova o amigo Vittorio Serafin, com os pais Francesco e Cristina, embarcando no dia 13 de janeiro de 1952 e chegando ao porto do Rio de Janeiro no dia 31. Em 1955 o navio foi vendido para a italiana Grimaldi Siosa lines e foi rebatizado como “Ascania”. Em 1968 foi demolido em estaleiro italiano.
28/08/2005 Publicada por José Carlos Silvares
O navio Florida aparece neste cartão-postal oficial da armadora francesa Société Générale de Transports Maritimes (SGTM), com seu desenho original de quando foi construído pelo Ateliers & Chantiers de La Loire, de Saint Nazaire, em 1926. Fazia a linha entre Marselha e portos sul-americanos. Em 1931 colidiu com o porta-aviões britânico Glorious, perto do Estreito de Gibraltar, devido a um nevoeiro repentino. Foi rebocado para Málaga por dois destróieres britânicos e depois retornou a Marselha, onde sofreu reparos. Durante a II Guerra Mundial, em 1942, foi bombardeado e afundado por um avião Axis, em Bone, na Indonésia. Em 1944 foi reflutuado e recondicionado em Toulon. Em 1948 passou por ampla reforma, reduzindo de duas para uma chaminé e remodelando suas acomodações internas. Em 1951 foi vendido para a companhia Chargeurs Reunis, mantendo o nome. Nele, como muitos imigrantes do pós-guerra, veio de Gênova o amigo Vittorio Serafin, com os pais Francesco e Cristina, embarcando no dia 13 de janeiro de 1952 e chegando ao porto do Rio de Janeiro no dia 31. Em 1955 o navio foi vendido para a italiana Grimaldi Siosa lines e foi rebatizado como “Ascania”. Em 1968 foi demolido em estaleiro italiano.
28/08/2005 Publicada por José Carlos Silvares
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José Carlos Silvares, parabéns! Feliz 2006, com muita saúde!
02/01/2006 17:41
Alexandre
centelo@uol.com.br
Sensacional esta foto. Dá até para imaginar a viagem...Muito legal mesmo.
10/12/2005 20:36
Selma Fúrio Vieira
selma.ju@hotmail.com
o cara fera essa sua iniciativa
29/09/2005 11:03
Miguel Angelo Lovo
mig_14@msn.com
Parabéns pelo resgante de tão belas fotos, e informações, vc trabalha no ramo da navegação?? Grande Abraço
01/09/2005 11:48
Felipe
fcln@hotmail.com
Agradecendo-lhe a gentileza da menção referente à vinda de minha família para o Brasil no Flórida. Comentei com meu pai, hoje com oitenta anos, esta sua gentileza, e o mesmo localizou em seus guardados o certificado da primeira travessia do Equador e a foto fantasiado de Rei Netuno. Era comum que nessas travessias transatlânticas se comemorasse a travessia da linha do Equador com uma comemoração que se parecia com um Carnaval a bordo. Pedi também ao pai que preparasse um breve relato de como se procedia a imigração e as condições da travessia, recepção dos imigrantes aqui no Brasil. Tão logo disponíveis as informações e escaneadas as imagens disponíveis, terei prazer de enviar-lhe. Abraços Vittorio
28/08/2005 15:42
Vittorio Serafin
vittorio1_1@yahoo.com.br
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